Mais de dois mil PMs participarão de falta coletiva entre está quarta e quinta-feira.

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A informação foi confirmada no início da tarde desta quarta-feira (7) pelo presidente da Associação dos Praças do Amazonas (Apeam), Gerson Feitosa

Manaus – Mais de 2 mil policias militares vão aderir a falta coletiva que iniciou na manhã desta quarta-feira (8) e deve durar até às 19h, desta quinta-feira (8). A Associação dos Praças do Amazonas (Apeam), por meio de seu presidente Gerson Feitosa, informou que das 30 Companhias Interativas Comunitárias (Cicoms) da capital, 22 estão paradas totalmente. As demais estão funcionando parcialmente. O ato é contra o congelamento de salários dos funcionários públicos do Estado até 2021, anunciado pelo governo do Amazonas, em julho deste ano.

Na última quinta-feira (1º), em assembleia extraordinária, os soldados e cabos da Polícia Militar (PM) deflagraram a operação ‘Padrão’, reduzindo os serviços e atendimentos nas ruas. Na reunião, os militares haviam decidido que fariam uma “falta coletiva”, no qual iriam passar 24 horas sem ir para as Cicoms, alcançando os três turnos.

Nota

Em nota, o governo o Estado disse “que o número de faltas está dentro da normalidade, quando há servidores que, por algum motivo, faltam um dia de trabalho e, posteriormente, apresentam justificativa para ausência”. “Estamos acompanhando e nosso policiamento está normal. Em algumas áreas houve registro de falta e, nesses casos, houve remanejamento”, disse o comandante da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), coronel Ayrton Ferreira do Norte.

Saúde

Nas unidades hospitalares, apenas serviços de emergência são mantidos nos prontos-socorros Platão Araújo, João Lúcio e 28 de Agosto. O mesmo ocorre nos prontos-socorros infantis, maternidades e Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon).

Nesta quinta-feira (8), a partir das 7h, o Movimento Unificado dos Servidores Públicos (Musp) se concentrarão em frente à sede do governo do Estado, no bairro Compensa, zona oeste da capital, para a deflagração da greve. A partir das 9h, as categorias realizarão um ato público e aguardarão um diálogo por parte do governo.

FONTE: d24.com

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