Bolsonaro e Wilson Lima terão candidatos em Manaus

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O final de semana movimentou a cena política da Capital.

Uma coisa ficou clara: Tanto o presidente Jair Bolsonaro quanto o governador Wilson Lima pretendem indicar um nome para disputar a prefeitura de Manaus. E não necessariamente o mesmo nome.

Aliança Pelo Brasil

O evento do Aliança Pelo Brasil, organizado pelo presidente da Aleam, deputado Josué Neto e pelo superintendente da Suframa, Coronel Alfredo Menezes, conseguiu atingir a meta de 5 mil assinaturas. Segundo Menezes, os bolsonaristas já conseguiram 50% do número necessário para a criação do partido em todo Brasil.

Chamou a atenção no evento a presença de pessoas próximas ao ex-governador Amazonino Mendes, como os Coronéis Walter Cruz e Amadeu Soares.

Bolsonaro decide

Josué disse ao Direto ao Ponto que tem uma boa relação com Menezes, e que juntos querem construir bons caminhos baseado no trabalho que sempre realizaram.

Sobre a possibilidade de ser candidato à prefeitura de Manaus, afirmou que a decisão ficará a cargo de Bolsonaro.

Hoje Josué e Menezes são os principais nomes, a serem indicados por Bolsonaro, para disputar a prefeitura de Manaus.

PSC vai ser protagonista

Na reunião do Partido Social Cristão do Amazonas (PSC-AM), neste sábado (25), o governador Wilson Lima afirmou que a sigla terá um candidato disputando a prefeitura de Manaus este ano, mas que ainda é cedo para indicar o nome.

“No momento certo iremos nos posicionar sobre isso”, disse Wilson que avisou que o nome será apresentado em um encontro com lideranças nacionais do PSC, em Brasília no dia 06 de fevereiro.

A verdade dói

O Direto ao Ponto recebeu críticas de apoiadores do presidente ao expor as intenções de Bolsonaro de retirar das mãos de Sergio Moro o Ministério da Segurança Pública e o comando da Polícia Federal.

Ser favorável a um governo, não significa concordar com todas as decisões tomadas pelo mesmo. O Direto ao Ponto preza pela liberdade de imprensa, e informar é nosso dever.

Intenções obscuras

Nos bastidores uns dizem que o motivo que leva o presidente a querer desmembrar o Ministério é por medo de que o ex-juiz se torne um possível concorrente nas eleições de 2022, outros dizem que é pela necessidade de proteger seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, investigado por suspeita de ter montado um esquema de “rachadinha”.

Mas uma coisa é certa, nenhum desses motivos é válido para “mexer em time que está ganhando”.

“Pior cego é aquele”

O fato é há um movimento para enfraquecer o ministro. Foi assim com a decisão de retirar o Coaf das mãos de Moro, na escolha do PGR, que tem vínculos com partidos de esquerda e, agora, na tentativa de desmembramento do Ministério da Segurança Pública e Justiça, que esconde a manobra para aparelhar a PF.

Maracugina

O vice-presidente Mourão, presidente interino, recebeu a difícil missão de “acalmar os ânimos”. A pedido de Bolsonaro conversou com Moro e explicou que o presidente mudou de opinião. Em outras palavras, Bolsonaro sentiu a pressão.

Imbatível

O deputado federal Capitão Augusto (PL-SP) afirmou à Folha de S. Paulo que os líderes do Congresso morrem de medo de uma candidatura de Sergio Moro em 2022 e que consideram Moro imbatível caso decida sair candidato a presidência.

Não é bem assim

Questionado pelo Direto ao Ponto se a afirmação do deputado Capitão Augusto representava uma posição dos líderes do Congresso e do Partido Liberal (PL), o deputado federal Marcelo Ramos (PL), disse que Moro tem o legítimo direito de ser candidato à presidência, se assim decidir.

Mas que quanto a ser imbatível…

“Não tenho dúvidas de que ele seria um forte candidato, mas não existe candidato imbatível, até porque ele dividiria os votos do bolsonarismo”, afirmou Ramos, que negou a informação do colega de partido, “nem o PL e nem os líderes do Congresso nunca se reuniram pra tratar sobre essa hipótese.”

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